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Queremos sempre o melhor, pois confiante na grana, lembramos do milanesa.
Quantas vezes nossos filhos recusam comer um pão,
E quantos milhões neste mundo que não tem nenhum tostão,
Pra comprar a bolachinha da primeira refeição?
Por quê em alguns momentos nos tornamos arrogantes?
Egoístas, prepotentes e fortes ignorantes?
Pensamos muito no luxo, nas jóias e nas riquezas,
Nos esquecendo do bucho, da tão sofrida pobreza!
Ah! Ser humano ingrato! Mais altos que a muiamuia,
Enquanto comemos no prato, muitos desejam comer, alguma coisa na cúia!
Muitas crianças, de fome, tá morrendo todo dia,
Sem documento e sem nome, sem teto e sem moradia,
Cadê a nossa bondade, nosso amor, nossa ousadia?
Na verdade nossa vida é cheia de hipocrisia!
Reclamamos pela roupa, que já na moda não está,
E esquecemos dos milhões que não tem nem uma agulha, pra roupinha costurar!
A casa e o apartamento temos que mobiliar,
Nem lembramos que existem os miseráveis no mundo chorando e passando fome e sem ter onde morar!
O nosso carro do ano, tem que ser de bom valor,
Já pensando em ir as festas encontrar o "grande amor"
E esquecemos os que gritam, agonizando de dor,
Esperando que o levem nem que seja num fusquinha, para dentro d'um hospital pra esperar um doutor!
Vasto, vasto mundo mal! Repleto de homem e mulher,
Que desconhece o que é fé, e iludido com a vida, acha que tudo é normal!
Se pararmos pra pensar no que se passa no mundo,
Qual a nossa reação se lembrarmos os moribundos?
Das crianças desnutridas órfãos de mãe e de pai,
De tudo aqui desprovidas e o único canto que cantam é: ái, ái, ái, ái, ái!
( Por: Luiz Everardo B. Lopes).

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